Reportagem de Aline Midlej
BRASIL: FRASE ´DEUS SEJA LOUVADO´ PODE SER RETIRADA DAS CÉDULAS
Reportagem de Aline Midlej
O peso da culpa e o perdão
Uma oportunidade de redenção para quem já errou e machucou
Quando uma pessoa falha, mais do que se arrepender e começar uma nova vida, ela também merece receber o perdão daquele a quem machucou? Essa deveria ser, hoje, uma das maiores preocupações da sociedade. A violência crescente nas cidades, um problema mundial, envolve cada vez mais os jovens na criminalidade.
Mas, mesmo idealizando uma forma de recuperação desses indivíduos – pois, todos têm o direito de
Bíblia é o livro mais lido no Brasil
Especialistas acreditam que literatura do gênero pode estimular pessoas que não têm o hábito de ler
Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Pró-Livro, sobre os hábitos de leitura da população brasileira, constatou que a Bíblia continua sendo o livro mais lido no Brasil, à frente de obras didáticas e dos romances.
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O levantamento tomou por base cerca de 5 mil leitores de vários gêneros, de 315 municípios do País, entre junho e julho de 2011. Ao serem questionados sobre o que costumam ler, 42% dos voluntários citaram a Bíblia, que se manteve em primeiro lugar no ranking brasileiro de livros – mesma posição ocupada na edição anterior do estudo, em 2007.
Os leitores pesquisados selecionaram em média três gêneros literários. Os livros didáticos foram citados por 32% deles, os romances por 31%, as obras religiosas por 30% e os contos por 23%.
Alguns especialistas consideram que os livros religiosos podem ser uma porta de entrada para a literatura, principalmente para aquelas pessoas que não costumam ler nada.
Da Redação
redacao@arcauniversal.com
CURIOSIDADE: Gato milionário
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REFLITA: Você já deve ter recebido um e-mail que no final diz algo assim: “ Se você repassar este e-mail a pelo menos 10 pessoas
Então sem pensar, você escolhe rápido dez amigas e envia para todas elas. Eu já recebi vários assim, mas pense comigo, isso é simpatia e não tem nada que ver com a nossa fé.
Nos cremos e confiamos em Deus, não necessitamos reenviar e-mails ou cartas ou o que seja para sermos abençoadas, irão acontecer coisas boas na nossa vida se usamos a nossa fé na palavra de Deus.
Não sei se vocês sabem mas isso é muito usado na bruxaria, eles escrevem rezas e mandam as pessoas enviar para receber algo, o que nunca acontece, claro.
Também circula muito disso nas escolas, eu me lembro que cheguei a fazer quando era adolescente.
Ao você enviar esses e-mails, você mostra que esta crendo nisso, que precisa enviar para lhe acontecer algo bom.
Vamos vigiar e reparar mais nos e-mails que recebemos e enviamos, para não ficarmos fazendo coisas que não estão de acordo com a nossa fé, posta exclusivamente no Senhor Jesus.
Ele sim é a nossa sorte e a nossa esperança, não esses recadinhos inúteis.
TEXTO RECEBIDO POR E-MAIL
CURIOSIDADES: Lugares da Bíblia - Nazaré
A cidade onde Jesus passou sua infância e juventude hoje tem maioria de muçulmanos, mas é visitada por cristãos de todo o mundo
José e Maria moravam em Nazaré quando um anjo anunciou que Jesus viria, gerado pelo Espírito Santo. Devido a um recenseamento exigido na época, o casal se dirigiu a Belém (o censo devia ser respondido no local de nascimento do patriarca da família), onde Jesus acabou nascendo. Em seguida, os três voltaram para casa, onde o menino e futuro Messias cresceu. Hoje, é a capital econômica e administrativa do Distrito Norte de Israel. Além disso, é uma espécie de “capital árabe” israelense para os cidadãos dessa etnia, maioria da população. É um grande, bonito e bem urbanizado centro de peregrinação cristã, outrora insignificante, até os acontecimentos bíblicos que o tornaram famoso em todo o mundo.
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A cidade fica entre os elevados montes do extremo sul da cadeia de montanhas que começa no Líbano. Fica a 25 quilômetros do Mar da Galileia e a 9 quilômetros do Monte Tabor.
Nazaré foi o primeiro chão em que o pequeno Jesus pisou, aprendendo a andar. Lá ele proferiu suas primeiras palavras, foi educado e começou a perceber os aspectos da vida em sociedade. Para lá seus pais voltaram novamente após a fuga para o Egito, quando Herodes ordenou que os primogênitos da região fossem mortos, já que as profecias diziam que ali seria o berço do novo Rei dos Reis (Mateus 2:13-23).
Segundo o conceituado arqueólogo norte-americano James Strange, Nazaré tinha, na época da infância de Jesus, algo em torno de 2 mil habitantes, não mais que isso, e era um lugar sem grande importância antes dos acontecimentos do Novo Testamento.
Se a infância e a juventude de Jesus foram pacíficas, já que não há registros que evidenciem alguma dificuldade, não se pode dizer o mesmo de quando ficou adulto, como ele mesmo atesta em alguns versículos. “... Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.” Ao que se segue: “ E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.” (ambos de Mateus 13:57-58). O Messias era de tal forma rejeitado por seus concidadãos, que uma vez alguns o levaram à beira de um precipício, nas cercanias da cidade, para de lá o jogarem. Mas ele se livrou (Lucas 4:29).
Quando Jesus tornou-se adulto, perto dos 30 anos, mudou-se para Cafarnaum (também conhecida como “A Cidade de Jesus”), retornando a Nazaré para pregar algumas vezes (nas quais foi rejeitado, segundo o relato do Evangelho de Lucas, reforçado pelos de Marcos (6:4), Mateus (13:57), e João (4:44).
Soldados pela paz
O controle da cidade foi várias vezes conquistado em conflitos entre judeus, cristãos e muçulmanos, intercalando-se os domínios ao longo dos séculos e milênios. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, a Organização das Nações Unidas (ONU) incluiu Nazaré no território destinado ao estado árabe, do que Israel discordou. Após conflitos armados considerados leves na área metropolitana, árabes e judeus assinaram um acordo de paz que incluía garantias dos oficiais israelenses, entre eles o famoso comandante judeu canadense Ben Dunkelman (líder da operação e da 7ª Brigada Blindada, considerada a melhor de Israel na época), de que nenhum dano fosse causado aos civis locais.
O ramatkal (comandante em chefe das Forças de Defesa de Israel) Haim Laskov ordenou, pouco depois, que os civis árabes fossem expulsos. Dunkelman (foto) negou-se a obedecer, argumentando ao general Laskov que, horas antes, eles (incluindo o ramatkal) deram sua palavra, lavrada por escrito, de que não fariam mal a ninguém. Horas depois, Laskov destituiu Dunkelman do comando da operação, nomeando em seu lugar Avraham Yaffe, comandante do 13º Batalhão.
O canadense obedeceu à ordem de se afastar da função, mas só depois de seu substituto, Yaffe, dar sua palavra de honra de que não hostilizaria a população nazarena. Diante da recusa da realização da evacuação forçada, Laskov apelou a instâncias políticas superiores para que a ordem fosse cumprida, mas o primeiro-ministro David Ben-Gurion, sabendo do caso, vetou-a em definitivo. Os árabes nazarenos não sofreram qualquer represália, ao contrário do que aconteceu em abundância em cidades vizinhas. O relato do episódio está no livro “Dual Allegiance” (em tradução livre, “Dupla Filiação”, termo legal que se refere a uma pessoa jurar lealdade a dois país es – não confundir com dupla cidadania), escrito pelo jornalista israelense Peretz Kidron.
Atualmente
Hoje, Nazaré tem cerca de 65 mil habitantes, na maioria, árabes. Somados à população da região metropolitana, o número chega a 185 mil, sendo 145 mil deles árabes (31,3% cristãos e 68,7% muçulmanos, segundo o Escritório Central de Estatísticas de Israel). Na Alta Nazaré concentra-se a população judia. Os cidadãos cristãos, embora poucos se comparados aos muçulmanos, são bem representados, reforçados pelos milhões de turistas que seguem a mesma fé que visitam a cidade o ano inteiro. A estrutura turística é muito bem servida, com meios de hospedagem de qualidade e programação cultural de primeira linha, além de roteiros profissionais para quem quer seguir os passos da família mais tradicional do lugar: uma virgem serva de Deus, seu marido carpinteiro e o filho do casal, um polêmico jovem que viria a dar sua própria vida para salvar o mundo.
Por Marcelo Cypriano
marcelo.cypriano@arcauniversal.com
DEU NA FOLHA: De fé em fé
Estudo bíblico: perseguição
O verdadeiro cristão sofre perseguições, mas é capaz de vencê-las pela fé
O Senhor Jesus, nas Suas pregações, ajuntava muita gente ao Seu redor e falava contra as mazelas da humanidade, sobre a felicidade do povo, a libertação e coisas semelhantes, o que naturalmente O tornava alvo de perseguição, que durou, na verdade, os três anos do Seu ministério terreno. Sim, pois a Sua morte foi o ápice dessa perseguição. Ele foi aprisionado e crucificado como um criminoso, um terrorista. A Sua sentença de morte está registrada em um documento oficial do Império Romano. Quem tiver a oportunidade de lê-la, verá que Ele foi condenado sob a acusação principal de querer incitar o povo contra o Governo, ou seja, Ele foi morto como se fosse um revolucionário político, e, por isso, foi julgado no tribunal.
A perseguição contra a Igreja
Os discípulos foram perseguidos logo depois da morte do Senhor Jesus, mas no livro de Atos vemos que a Igreja, a princípio, começou muito bem, com grupos que se reuniam nas casas, tendo tudo em comum, conforme está registrado nos capítulos de 2 a 4, que mostram a felicidade daquele povo, principalmente depois da descida do Espírito Santo (Atos 2).
Nesse período, a Igreja ficou em Jerusalém, cheia do Espírito Santo, orando a Deus, buscando a Palavra, reunindo-se e cantando louvores. Estava tudo aparentemente bem, só que a Igreja não crescia, ou seja, o mandamento do Senhor Jesus não estava sendo cumprido: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados.” Marcos 16.15-18
A Igreja, portanto, estava ficando só em Jerusalém, nas casas dos cristãos, sem demonstrar os sinais do poder de Deus na sua vida e na vida dos seus membros. Os grandes sinais que ela apresentava no seu início eram, na verdade, a solidariedade, o amor e a fraternidade, mas era necessário algo mais.
No ano 70 da nossa Era, o general romano Tito Vespasiano tomou Jerusalém e a destruiu, espalhando os cristãos por toda parte. Depois da perseguição à Igreja, principalmente em Roma, ela começou a crescer. Isto não significa que a perseguição seja algo bom para a Igreja, mas está provado que só é perseguido aquele que faz alguma coisa, que incomoda ou mexe com a ordem estabelecida.
Se os cristãos ficarem em casa, quietinhos, sossegados, se estiverem satisfeitos com o pouco que têm, ninguém mexerá com eles; se, no entanto, começarem a reclamar, a apontar as falhas, a denunciar as coisas erradas, a mexer com as estruturas, a mostrar a falsidade reinante, naturalmente as perseguições surgirão.
(*) Texto retirado do livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Edir Macedo
(*) Da redação
redacao@arcauniversal.com
Vitória do povo brasileiro: Resposta aos Eleitores de Dilma
Depois de assistir ao vídeo e tomar conhecimento do conteúdo do kit anti-homofobia que seria entregue a escolas públicas do País pelo Ministério da Educação (MEC), a presidenta Dilma Rousseff decidiu, nesta quarta-feira (25), suspender a distribuição.
A decisão foi anunciada pelo ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, após uma reunião com representantes do PRB (Partido Republicano Brasileiro) e da bancada evangélica na Câmara dos Deputados. O Secretário afirmou que a Presidenta Dilma assistiu aos vídeos e os reprovou. “A presidente viu e não gostou. Achou que não era propício, achou o material inadequado. Por isso, foi suspensa a produção desse material”, disse Carvalho.
O presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, participou de diversas reuniões no Palácio do Planalto no intuito de levar ao conhecimento da Presidência da República o movimento contra a distribuição do kit, que envolveu diversos setores da sociedade. Segundo ele, a decisão da presidenta de suspender a implantação do projeto do MEC foi imediata, logo após ter visto o conteúdo, que até então ela desconhecia. Ela teria tomado conhecimento do assunto através do jornalismo da Record.
Destacando que, assim como a bancada evangélica, o Governo é contra qualquer tipo de homofobia, o ministro afirmou: “Está suspensa toda a produção de material referente a este assunto.”
Desde antes do projeto ser lançado pelo MEC, a bancada evangélica trabalha na Câmara dos Deputados para suspendê-lo.
A família brasileira agradece
Em fevereiro de 2011, visitamos a Ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e a alertamos sobre o material que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação, material este que era mais uma apologia ao homossexualismo e incentivo à sexualidade precoce das crianças e adolescentes de nossas escolas públicas, do que material anti-homofobia.
Na semana passada (dia 16/05/2011) tomei conhecimento que o citado material estava pronto e aprovado para distribuição, por isso, a bancada do PRB (Partido Republicano Brasileiro) na Câmara dos Deputados, apoiada pela bancada evangélica, tomou forte posicionamento contra tal situação. Com isso, o Ministro da Educação foi convocado para prestar esclarecimento - o que não ficou muito claro - sobre qual era o seu posicionamento.
Nesta semana (24/05/2011) eu e o líder do PRB na Câmara, Deputado Vitor Paulo PRB/RJ, visitamos vários ministérios no Palácio do Planalto e colocamos de forma transparente e contundente o nosso posicionamento a respeito do assunto. Ainda no mesmo dia, externamos o mesmo posicionamento ao Vice-Presidente da República.
Após estes encontros e reuniões, no dia seguinte, isto é, 25/05/2011, quarta-feira, a Presidenta da República, Dilma Rousseff , por intermédio do Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, veio a público e anunciou a suspensão de qualquer distribuição do citado material.
Por fim, unidos nesta luta em prol da família, ganhou o povo brasileiro.