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Seja você também uma sobrevivente


Dezenas de brasileiras são espancadas e mortas por namorados e maridos todos os dias

Sete anos após a criação da lei que é aplaudida no mundo inteiro como exemplo no combate à violência contra mulheres, o Brasil ainda não escapou de uma realidade vergonhosa: o assassinato de milhares de brasileiras por namorados, companheiros e maridos. De 2001 a 2011, 50 mil mulheres foram mortas, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O número alto de vítimas prova que a lei nº 11.340/2006 não está sendo cumprida como deveria em todo o País. A denúncia é da mulher que trabalha há 30 anos pela criminalização dos agressores. Em entrevista exclusiva à Folha Universal, a biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, de 68 anos, reclama da falta de compromisso de alguns gestores públicos na criação de condições para o funcionamento da lei. “A cultura machista ainda impede a implantação de políticas públicas como a capacitação de pessoas, a abertura de centros de referência da mulher e de delegacias especializadas para que as vítimas sejam orientadas adequadamente. Não adianta ter uma lei forte só no papel. As grandes cidades em geral já estão preparadas, agora os pequenos e médios municípios precisam avançar”, afirma Maria da Penha.

Ela acrescenta que o fim dos assassinatos também esbarra na questão cultural. Ou seja, existem pessoas que cresceram com a ideia de que a violência doméstica é algo normal. Muitas crianças presenciaram pais, tios e avôs batendo em mulheres, enquanto adultos ao redor permaneciam calados. Seria possível transformar essa mentalidade? Maria da Penha acredita que a mudança de pensamento depende de um trabalho diário de conscientização. “É possível desconstruir a cultura de violência aos poucos, através da educação e de punições exemplares aos agressores. Nós, mulheres, temos o direito a uma vida sem violência e com os mesmos direitos que os homens”, diz.

Grito necessário

Apesar dos desafios, Maria da Penha alerta que colocar a boca no trombone pode ser o primeiro passo para o fim das agressões. E ela fala com conhecimento de causa. Em 1983, seu marido tentou assassiná-la duas vezes. Um tiro nas costas a deixou paraplégica. Meses depois, o homem tentou eletrocutá-la. Em vez de se calar, ela lutou 19 anos até prender o criminoso. “A condenação ocorreu graças à minha perseverança. Após esgotar os recursos no Judiciário, consegui denunciar o Brasil para o mundo. Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), condenou o País por negligência nos casos de violência contra a mulher. As pressões internacionais levaram à criação de uma lei mais rigorosa, que já salvou a vida de muitas brasileiras”, conclui, ponderando que a batalha ainda não terminou.

Vítima pode estar ao seu lado

Mais da metade dos brasileiros conhece uma mulher que já foi agredida pelo parceiro, segundo o Data Popular e o Instituto Patrícia Galvão. A violência atinge mulheres comuns, de todas as idades, regiões, cores e classes sociais. Na maioria das vezes, o crime é cometido dentro de casa.

Para a radialista Mari Oliveira, de 38 anos, o sofrimento durou mais de uma década. “Meu ex-marido tinha ciúme do nosso filho, me batia inúmeras vezes e não permitia que eu trabalhasse. Eu queria manter o casamento, achava que iria decepcionar meus pais. Perdoei uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Acreditei na história de que a esperança é última que morre, e nessa quem quase morreu fui eu”, desabafa.

O tempo foi passando, o segundo filho do casal nasceu e Mari voltou a trabalhar, mas as agressões continuaram. “As crianças presenciavam a violência de madrugada. Uma vez, meu ex-marido saiu me arrastando pela casa, meus filhos ficaram assustados. Ele ainda ligou no meu trabalho e me difamou. Acabaram me demitindo”, relembra.

Mari demorou a buscar ajuda, mesmo após conselhos de amigos que a viram chorando pelos cantos e com marcas roxas no corpo mais de uma vez. Na última agressão, ela desmaiou ao receber uma pancada com uma cadeira. Mari, então, venceu o medo e a vergonha. Registrou um boletim de ocorrência contra o ex-marido e hoje está protegida por medida da Lei Maria da Penha que obriga o agressor a manter uma distância mínima em relação à vítima.

É possível mudar

Após o terror que durou 12 anos, Mari encontrou apoio no Raabe, grupo de mulheres voluntárias que oferecem ajuda às vítimas de violência. “Aprendi a me amar e a me valorizar. Antes eu era uma prisioneira em casa. Hoje, eu saio com as amigas, vou à pizzaria com meus filhos, amo andar de patins e ir à praia. Sou livre!”, conclui, com um sorriso sincero.

Chutes, socos, mutilações, tapas e empurrões deixam sequelas mais profundas do que marcas no corpo. É o que explica a coordenadora nacional do Projeto Raabe, Carlinda Tinoco Cis (foto ao lado). “A baixa autoestima entre as vítimas é grande, elas chegam desvalorizadas, muitas se sentem inúteis. Elas trazem uma culpa desnecessária, vivem em silêncio por vários anos, carregam uma vergonha que leva à depressão e às doenças crônicas”, diz.

Carlinda afirma que é possível superar os traumas da violência doméstica. “As vítimas precisam aprender a se valorizar. Nossas reuniões têm um contexto dirigido às necessidades das vítimas, ajudamos essas mulheres a vencer o medo e a conhecer os seus direitos”. O Raabe atua em todos os estados brasileiros com atividades como visitas a delegacias da Mulher, divulgação do projeto em praças, ruas, bairros, feiras, comunidades, hospitais, reuniões mensais e atendimento às vítimas praticamente todos os dias da semana.

Entre os obstáculos para o fim da violência, Carlinda aponta a falta de informação e a carência de espaços apropriados para receber a mulher. “As mulheres até buscam seus direitos, mas o atendimento é ineficiente, elas acabam desistindo no meio do caminho. Há demora, falta de informação correta, é um descaso. Para conseguir realmente ajuda é preciso ser muito perseverante e estar bem informada”, avalia.

Para celebrar a semana em que se comemora o Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher, o Raabe vai promover palestras em todos os sstados brasileiros no dia 23 de novembro. Na cidade de São Paulo, o encontro vai ocorrer às 14 horas, na Avenida João Dias, 1.800, no espaço Nave Auxiliar. Informações sobre outras cidades podem ser obtidas no site projetoraabe.com ou pelo e-mail projetoraabe@gmail.com.

Ciclo de violência

A estudante Jad Rodrigues, de 20 anos, enfrentou a violência de um antigo namorado entre os 15 e os 17 anos. O “rapaz de família” chamou a atenção da adolescente. “Ele era tranquilo, mas depois começou a ter ciúmes, era extremamente antissocial. Depois de uma briga, ele me deu um tapa, me apertou. Fiquei decepcionada, tentei terminar, mas gostava dele. Perdoei e aquilo se transformou em rotina”, explica Jad.

Após a mãe de Jad presenciar o espancamento da filha no meio da rua, a moça saiu de casa e foi morar com o agressor. “Coisas pequenas se transformavam em brigas que duravam a noite toda, a gente só parava de se bater quando perdia as forças. Quando passava a raiva, vinha o amor, a paixão, ele pedia perdão e chorava, mas no outro dia voltava a me maltratar”, conta.

O ciclo só foi interrompido quando a irmã de Jad registrou um boletim de ocorrência contra o agressor, que acabou mudando de Estado. “Eu cheguei a procurá-lo, achava que seríamos felizes, mas percebi que ele nunca iria mudar de comportamento. Hoje me sinto aliviada e aprendi a me valorizar”, afirma a moça, que está terminando o ensino médio, planeja cursar faculdade de administração no ano que vem e já se prepara para abrir o próprio negócio.

Lei Maria da Penha

A biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes, de 68 anos, transformou seu caso em exemplo na luta pelos direitos das mulheres. Hoje, ela participa de palestras, estudos e encontros sobre violência doméstica e é fundadora do Instituto que leva o seu nome. Ela concedeu uma entrevista exclusiva ao jornal Folha Universal:

Por que muitas vítimas não procuram ajuda?

Muitas não denunciam porque têm medo do agressor ou não há onde denunciar em suas cidades. Outras dependem financeiramente do companheiro ou querem preservar os filhos, acham que o homem é um bom pai.

É possível traçar um perfil do agressor?

Não. Muitas mulheres, como no meu caso, não percebem aquela pessoa como agressora. Meu ex-marido era muito bem quisto na sociedade (Marco Antonio era professor universitário), tinha bom comportamento, mas na intimidade era agressivo. Outros homens são truculentos logo que começam a namorar, já demonstram dificuldades de relacionamento. A mulher deve se precaver e a denúncia precisa ser feita antes que a agressão se repita.

Como o seu caso inspirou a lei 11.340/2006?

Após esgotar todos os recursos no Judiciário, resolvi denunciar o Brasil para o mundo. Também escrevi um livro sobre a minha história que teve grande repercussão. Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), condenou o País por negligência nos casos de violência contra a mulher. As pressões internacionais levaram o Brasil a criar uma lei mais rigorosa, que já salvou a vida de muitas mulheres. O nome da lei foi recomendação da própria OEA, exigindo que eu tivesse uma reparação simbólica.

Elas são complicadas



A subjetividade nas mulheres deixa os homens bastante incomodados. Esse é o 9º tema da série de reportagens “As 10 coisas que os homens odeiam nas mulheres”

Por Ivonete Soares / Fotos: Thinkstock
isabreu@universal.org.br





Os homens vivem tentando entender as mulheres de alguma forma, mas a subjetividade de algumas delas os deixa profundamente irritados. Eles reclamam muito de que têm de “adivinhar” o que elas estão pensando, que quando isso não acontece, ficam emburradas, chateadas, num canto, e ainda acham que têm razão.

“Isso pode ser destrutivo, estremece a relação.” É o que garante o administrador de imóveis Rogério da Silva, de 39 anos.

“Elas acham mesmo que temos o dom da telepatia”, brinca. “Odeio quando tenho que ficar bajulando uma mulher por causa desse comportamento dela”, diz ele, que atualmente está solteiro, mas já viveu experiências assim no passado e, afirma, não foram nada boas.

“Nem sempre gestos ou meias-palavras são suficientes para se fazer entendida ou compreendida. O problema é que, na maioria das vezes, a mulher acha que somos obrigados a ‘decifrar’ o que ela está sentindo ou querendo. Mas não é bem assim que a coisa funciona. Penso que sem diálogo ou transparência não dá.”

O homem é diferente da mulher, tende a ser mais reservado por natureza, e a não perceber muita coisa ao seu redor. No relacionamento, é preciso buscar entender o lado de cada um. Ninguém tem o poder de saber o que se passa com o outro se este não expressar. É necessário falar, dialogar.

Assuntos como esse e tantos outros relacionados à vida a dois você confere diariamente pela TV Universal, no programa “The Love School, exibido das 11h ao meio-dia, de segunda a sexta-feira; e aos sábados, ao meio-dia, pela Rede Record de Televisão.

E não perca, na próxima semana, o 10º e último tema da nossa série: “A mulher avessa aos gostos masculinos”.

"Não" contra a violência doméstica - vale um clique

Projeto Raabe visita Centro de Referência da Saúde da Mulher em São Paulo

Fazer exames periódicos, ir a consultas médicas mensalmente - afinal, cuidar da saúde é essencial para qualquer pessoa. Mas, e quando o medo de procurar ajuda médica se torna predominante, o que fazer?
Essa é a reação de milhares de mulheres espalhadas pelo mundo. O medo não vem da fina agulha da injeção que será aplicada, dos exames rotineiros, mas do diagnóstico que, muitas vezes, terão de ouvir: "Você precisa denunciar o agressor".
Sofrer calada com a violência doméstica pode trazer não apenas marcas físicas, como também psicológicas.
No Brasil, a cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas violentamente. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Sangari, em 2012, as estatísticas revelam que o machismo (46%) e o alcoolismo (31%) são os principais fatores que contribuem para esse tipo de violência.
Mas a pergunta é: Por que muitas sofrem caladas?
Mesmo com a Lei Maria da Penha em pleno vigor, que prevê medidas jurídicas contra os agressores, para 68% das mulheres, o medo continua sendo a razão principal para não denunciarem. Em 66% dos casos, os responsáveis pelas agressões são os maridos ou companheiros.Muitas mulheres agredidas não sabem como reagir aos traumas causados por esses abusos e não têm a quem recorrer.
Diante dessa realidade, integrantes do Projeto Raabe, apoiado pela Universal, participaram, recentemente em São Paulo, de uma conversa sobre violência sexual com Sandra Garrido, diretora da área de assistência social do Hospital Pérola Byington.
O hospital é Centro de Referência da Saúde da Mulher, que diariamente recebe vítimas de abuso - em sua maioria crianças e adolescentes.
Carlinda Tinôco, coordenadora do Raabe e as voluntárias Néia Dutra, Rita Dantas e Débora Jorge trocaram, durante o encontro, informações importantes e necessárias para ajudar as vítimas de violência doméstica que chegam ao hospital.
A história
Pérola Byington foi uma mulher à frente do seu tempo. Nascida em 1879, na cidade de Santa Bárbara do Oeste, sempre teve um projeto bem delineado de assistência social e uma longa experiência neste setor, adquirida em trabalhos realizados junto à Cruz Vermelha dos Estados Unidos e do Brasil.
No ano de 1930, surgiu a Cruzada Pró-Infância, fundada por Pérola, em parceria com a educadora sanitária Maria Antonieta de Castro. A Cruzada nasceu com o objetivo de coordenar e ampliar os esforços em prol das crianças e das gestantes. Com o tempo, essa ideia cresceu, e o programa passou a incluir outras atividades.
Pérola Byington foi diretora-geral da Cruzada desde a fundação até sua morte, em 1963. O antigo Hospital da Cruzada recebeu o nome de Hospital Pérola Byington em sua homenagem, e é hoje o Centro de Referência da Saúde da Mulher, administrado pela Secretária de Estado da Saúde de São Paulo.
Objetivo mútuo
Com o objetivo mútuo, voluntárias do Raabe e do hospital participarão todas as segundas-feiras de uma palestra referente ao tema "Violência Sexual". Na oportunidade, as vítimas receberão acolhimento e aconselhamento das voluntárias.
Além da palestra, o Raabe realiza reuniões mensais com vítimas de todo tipo de violência - as chamadas sobreviventes. Para saber mais sobre o projeto e onde ocorrem essas reuniões, clique aqui 

 . Da Redação / Com informações grupo Raabe / Fotos: Thinkstock e cedidas. redacao@arcauniversal.com

Palestra "A Mulher V"


Contando os dias

, no dia 24 de março, às 14h, é esperada por mulheres de todo o País



As mulheres que desejam ser modernas sem perder seus valores estão na expectativa para a palestra “A Mulher V”, que será realizada no dia 24 de março, às 14h, tendo Cristiane Cardoso à frente. O evento acontecerá direto do Rio de Janeiro e será transmitido para todas as capitais brasileiras por meio de videoconferência. Acompanhada de Ester Bezerra, Fátima Mattos e Núbia Siqueira, Cristiane garante que o evento será marcante para todas as participantes. “Vamos falar sobre o valor da mulher e seu poder de influência em vários aspectos da vida. Relacionamentos, família, carreira, tempo, beleza e valor próprio serão assuntos abordados”, comenta Cristiane Cardoso.


Algumas mulheres que já adquiram o convite aguardam com muita expectativa o encontro. “As palestrantes vão esclarecer muitas dúvidas, inclusive como podemos ser modernas sem perder a essência”, diz Elenita Correa, 43 anos.


Para Fernanda Moraes, 33, a palestra é um verdadeiro presente: “As quatro palestrantes são mulheres muito experientes, com muitos valores a nos acrescentar. Garanta logo o seu convite”, aconselha.


Na opinião de Viviane Cajeu, 33, mesmo com tantos avanços obtidos em diversas áreas e desempenhando vários papéis, a mulher deve se preocupar com outras questões: “Infelizmente, muitas mulheres têm desprezado o valor próprio; a palestra trará o conhecimento necessário para resgatar o que ficou perdido ao longo desta caminhada de conquistas.”


A palestra tratará de vários assuntos e destacará o valor feminino. “A mulher tem o seu valor, e não é isso que se cultua na mídia. Nessa palestra, aprenderemos sobre temas que dizem respeito à verdadeira essência da mulher virtuosa”, comenta Karla Alverca, 32.


Não deixe de participar


Procure a Igreja Universal do Reino de Deus mais próxima de sua residência e garanta já o seu convite. Não há idade mínima para as participantes.


Para mais informações, acesse www.cristianecardoso.com/pt

Cristiane Alves

redacao@folhauniversal.com.br

Por que você não faz primeiro, hein?!

Em sua mensagem semnal  a dona Danda Bezerra escreve:




Sempre temos essa mania de pensar que o outro tem de mudar primeiro. Aí sabe o que acontece?

Comportamento: Quando a mulher se sente diminuída



Nessa situação, nada estará bom para ela







É comum que a insegurança cause complexo de inferioridade diante dos demais à volta. Quando isso acontece, principalmente entre as mulheres, diminui a capacidade de realizar

Mulheres da Bíblia: mãe de Sansão


Ela deu à luz mais um libertador de Israel

Por Tany Souza / Foto: Thinkstok
tany.souza@arcauniversal.com




A esposa de Manoá era estéril e não tinha filhos. Certo dia, apareceu o Anjo do Senhor a ela e disse que seria mãe de mais um libertador de Israel, um menino consagrado a Deus desde o ventre da sua mãe. Para isso, ela teria que deixar de beber e comer algumas coisas (Juízes 13:2-5).

Leia mais:
Casais da Bíblia: Sansão e Dalila

Assim como Sara e Rebeca, ela não tinha mais esperança de gerar um filho, até que chegou um anjo e disse que isso seria possível. A diferença é que a esposa de Manoá teve que seguir algumas regras para que seu filho fosse um nazireu (consagrado, dedicado).

Porém, Manoá não acreditou na esposa e pediu para que o anjo aparecesse novamente para confirmar o que tinha dito. E isso aconteceu (Juízes 13: 8-13). Assim, ele pôde perceber que sua mulher havia sido fiel no que dissera.

Por causa da fidelidade da esposa de Manoá, que Sansão pode ser juiz e defensor de Israel, deixando ser apenas quando desobedeceu a Deus. Porém, sua mãe obedeceu o que o anjo disse até o fim de sua vida, mesmo depois do nascimento de seu filho (Juízes 14:7,8).

Uma mulher consagrada

Podemos dizer que a mãe de Sansão talvez tenha sido mais consagrada a Deus do que ele. Ela seguiu à risca o que o anjo disse e não desistiu, obedeceu ao Senhor acima de tudo.

Ela também pôde ser um exemplo de mãe, pois se consagrou em sua gravidez para que seu filho fosse separado a Deus, desde o seu ventre. Ela ensinou a seu filho desde o início o que era servir ao Senhor.


E você, será que tem se consagrado a Deus? O que tem feito a favor de seu filho, marido e pessoas que ama? As bênçãos podem acontecer ao outro, pelo seu desprendimento e dedicação em agradar a Deus.

versiculo do dia : 12-01-2013

"Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias".
Provérbios 31.10

Mulher: Escola de mulheres virtuosas



Aniversário do Godllywood reúne experiências, aprendizados e vidas transformadas









O ambiente era de festa, a decoração, impecável. A

Dúvida da maioria das mulheres é como sair vencedora no desafio de educar os filhos



“Ninguém nasce sabendo. Podemos ter instintos que nos guiam e capacidade para desenvolver talentos natos, mas necessitamos de referenciais de conduta, ‘espelhos’ que nos conduzirão até um certo ponto das nossas vidas, onde teremos que decidir sozinhos por onde seguir. E você deve ser este exemplo a ser seguido. Já imaginou o que isso significa?”, indaga a conselheira comportamental Patricia Barboza, ao falar sobre o desafio de educar os filhos.


Segundo ela, apesar das falhas que toda mãe comete, é preciso ficar claro que a missão delas é nobre, por isso vale a pena se esmerar para aprender. “Sim, somos cheias de falhas, e tem hora que parece impossível manter o controle; mas até mesmo quando você erra como mãe, e reconhece isso, está aprendendo a ensinar. Sim, temos que aprender a ensinar, porque não há nada mais a fazer”, destaca.


Para Patricia, é fundamental refletir e nunca permitir que o radicalismo comprometa a execução da tarefa de educar. “Você pode pensar assim: ‘Como assim?! Se eu carrego, cuido, limpo, alimento, transporto etc. etc. etc.’ Bem, digamos que esses são simplesmente os ‘ossos do ofício’, mas não o seu verdadeiro papel! Daí vem a razão de tanta frustração!”, pondera.


Segundo a conselheira, todas as vezes que a mãe quiser desempenhar uma função que não cabe a ela, não será bem-sucedida; e isso se aplica a todas as áreas da sua vida. Então, onde encontrar o manual de instruções da mãe? Como conviver com vários sentimentos, dúvidas, medos que surgem todas às vezes que elas olham para os filhos?


“Eu já me fiz todas estas perguntas e posso garantir que não dá para confiar nos instintos, nem testar teorias educativas. E agora? Quem poderá me socorrer? Quem melhor que o próprio Criador para nos ensinar?”, indaga.


Patricia explica que as pessoas devem aprender a renunciar ao “achismo”. “Sabe aquele famoso ‘eu acho que…’? A frase é clara e direta, e resume todo um ciclo de vida aqui na Terra: ‘Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.’ (Provérbios 22.6) Em que se resume meu papel de mãe? Ensinar o caminho. Mas, para ensinar algo, eu tenho que aprender primeiro. Você já encontrou o caminho?”, conclui.
Da Redação

redacao@folhauniversal.com.br

Mulher em foco: Eu listo, tu listas, ele lista…




A organização antes das compras é uma importante aliada das mulheres

Se todo mundo conjugasse o verbo do título acima com mais frequência, as carteiras e as contas bancárias estariam bem mais “gordinhas”. Eu sou a rainha das listas! Semanalmente, faço uma lista de tudo que tenho a fazer e, depois, vou atualizando dia a dia. Se vou viajar, faço uma lista de tudo que quero pôr na mala, dos lugares que quero visitar, dos restaurantes que quero conhecer… Enfim,

Vivi freitas Escreve: Comparação


Já reparou que todas as mulheres se comparam umas com as outras? Daí o motivo de serem sentimentais… Porque não olham para o que é justo, mas para o que mais lhes agrada.


Por esse motivo invejam, têm ciúmes, sentem-se incapazes, inferiores e a lista continua!


Não existe ninguém igual a

CRISTIANE CARDOSO ESCREVE: A bonequinha (Parte 2)



Na edição passada, eu contava o quanto o Renato implica com uma boneca antiga que tenho, a Emília. Aliás, a única lembrança material que tenho da infância. Entre outras coisas, ele já ameaçou jogá-la pela janela e dar para o cachorro. Mas cheguei à conclusão de que faz isso para chamar minha atenção (rsrs).


Tomando como base esta história, refleti sobre como as mulheres cada vez mais tomam o lugar dos homens e como se desvalorizam agindo assim

Reflexão: Desligue a TV


Você chega ao trabalho exausta algumas vezes? Se a resposta for “sim”, verifique o seu comportamento. Talvez você fique até mais tarde acordada, assistindo a um ou outro programa de televisão, e vá para a cama um pouco mais tarde do que seu corpo necessita. A verdade é que muitas pessoas assistem demais à TV, com muita frequência.


Sentar e assistir à televisão tira a sua criatividade. Ok, eu assisto, mas apenas a programas que valem a pena. Eu amo programas de história, mas não passo o meu tempo assistindo. Você já parou para pensar quanto tempo passa diante da TV? E mesmo que você decida assistir apenas a programas que valem a pena, assiste com moderação, mantendo o equilíbrio em outras atividades?


“Uma pessoa passa, em média, 9 anos contínuos de sua vida assistindo como outras pessoas vivem na TV.” Se você se encontra automaticamente em frente à TV assim que chega em casa e pensa que não está viciada neste aparelho, faça o teste: fique a tarde inteira sem ligar a TV. Se você é capaz de fazer isso, fique um fim de semana inteiro sem fazê-lo e se envolva em outras coisas. Desligar a TV pode ser o passo mais eficaz para recuperar o seu tempo.


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